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Especiarias Francesas

Categoria(s): Dicas, Especiarias

ervas de provenceA riqueza da culinária francesa é indiscutível – e não é de hoje. Suas técnicas seculares, seja no preparo de salgados ou doces, são notórias e utilizadas globalmente, com variações aqui e acolá que mantêm as raízes da gastronomia europeia e, ainda assim, se adapta à cultura dos outros países que tomam emprestado o conhecimento francês na cozinha.

Assim, mais que a Capital do Amor, a Cidade-Luz e uma das capitais mundiais da moda, a França é exuberante na sua culinária, desde a apresentação do prato ao capricho e sabor de suas receitas típicas.

Parte desse sucesso se deve às especiarias regionais, que são amplamente utilizadas e dão mais peculiaridades distintas às receitas francesas. Usadas com parcimônia, ainda que em quantidades elevadas, elas trazem aromas e sabores exclusivos – um dos segredos da culinária francesa, que se destaca mundo afora por esse e outros motivos igualmente suculentos.

Uma rápida apresentação delas, então: especiaria é o nome dado a diferentes tipos de condimentos, que são, por sua vez, temperos adicionais para complementar o deleite praticado em uma provadinha suculenta. As especiarias, inclusive, vão além da cozinha e, hoje em dia, são utilizadas na confecção de remédios e, até mesmo, de cosméticos.

Abaixo, podemos conferir algumas das especiarias francesas mais notórias:

Ervas finas: uma mistura inteligente de ervas secas ou frescas, que caem ainda melhor na companhia de ovos, quiches, suflês, saladas e até mesmo na tradicional massa de crepe francesa. Para o molho tártaro, é perdição, assim como em vinagretes e maioneses.

Ervas de Provence: a região de Provence não é famosa apenas pelos móveis que dão charme e estilo às festas e decorações caseiras. Dali nasceu, também, uma combinação de ervas que não deixa de mostrar uma sensível fragrância de lavanda, que confere sabores precisos às receitas, como em ensopados de carne ou de frango, além de queijos cremosos, raízes e tomates.

Outras mais utilizadas por lá são: pimenta branca moída, cravos-da-índia, gengibre e noz-moscada.

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Ervas e temperos, como usar?

Categoria(s): Dicas, Especiarias

As ervas podem ser usadas sozinhas ou combinadas a temperos prontos; além de sabor, são responsáveis por dar aroma aos pratos. Umas são mais suaves e podem ser adicionadas a qualquer tipo de receita, outras têm características mais marcantes e pedem mais moderação.

Confira as dicas de como usar cada erva ou tempero, e abuse sem medo!

Alecrim: de aroma suave, marcante e muito agradável, o alecrim fica ótimo em carnes assadas, peixes e pães.

noz-moscadaCanela: compotas de frutas, drinks com café, tortas e biscoitos. Um pouco de canela no tempero da carne moída dá um toque especial ao sabor.

Noz moscada: com um sabor levemente adocicado, fica ótima na composição de pratos doces e salgados. O molho branco tradicional (bechamel) leva um toque de noz moscada. Você pode usar em bolos, pão de mel e para temperar carnes em geral. Dê preferência à noz moscada inteira, ralada na hora, e não exagere na dose.

Manjericão: vai muito bem com qualquer molho à base de tomate, para massas, pizzas e panquecas. Experimente aromatizar seu azeite comum com folhas de manjericão fresco.

Orégano: dá um toque especial a torradas, queijos e molhos de tomate.

Tomilho: seu sabor forte casa muito bem com carne de porco e frutos do mar em geral. Também pode ser usado para dar um toque especial a sopas e caldos.

Curry: este tempero, na verdade, é um preparado que leva uma série de condimentos. É originário da Índia, onde cada família possui sua própria receita de curry. Aqui no Brasil pode ser encontrado industrializado, em qualquer supermercado. Fica ótimo em preparos com galinha e carnes guisadas e para dar um toque especial a batatas cozidas e arroz.

 

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Flor de Sal

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A Flor de sal é um tipo de sal coletado na camada superior das salinas, antes que se depositem no fundo e formem o  conhecido sal marinho, é considerado o mais puro sal encontrado.
A cada 80 quilos de sal marinho produzido, somente 1 quilo de flor de sal é extraído. Isso explica o alto valor de venda do produto.

flor_de_sal

Diferentemente dos sais comuns, a Flor de Sal não deve ser utilizada durante o preparo dos alimentos e nem deve ir ao fogo. Ela deve ser usada para salientar  o sabor dos pratos, e por isso, ao concluir a preparação do  prato.

Contém minerais e nutrientes únicos, para além de microcristais que facilitam a digestão e tem a vantagem de ser absolutamente natural, não sendo sujeita a qualquer processo de industrialização, incluindo a lavagem, que remove componentes nutricionais importantíssimos tais como plancton e pequenos restos de esqueletos de minúsculos animais marinhos, grandes fontes de cálcio, magnésio, zinco, cobre, entre outros.

 

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Os diferentes tipo de sal

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Conheça os diferentes tipos de sal usados na gastronomia:

salSal Grosso: O preferido dos churrasqueiras, produto bruto extra[ido da salmoura do mar, ele não é refinado.

Flor de Sal: Feita com cristais retirados da camada superficial das salinas, é produzida na Grã-Bretanha, Chipre e Brasil.

Marinho: Sal de cozinha, antes do mesmo ser refinado. Possui grãos irregulares.

Refinado: O chamado sal de cozinha, que é retirado do amor e refinado em seguida. Possui cloreto de sódio e, no Brasil iodo, para super a deficiência neste mineral na população.

Sal Rosa do Himalaia: retirado de lagoas no Nepal, é um dos mais puros. Sua coloração salmão, é por causa de sua composição mineral, de manganês e ferro. Tem a metade de sódio do que o sal comum, e é rico em minerais.

Light: Tem menor teor de sódio e é indicado para quem tem restrição ao consumo do mineral. Não é indicado para aqueles que tem problemas nos rins por ter muito potássio

Sal Negro: Não é refinado, vem da Índia e tem a cor cinza rosado devido ao enxofre, por isso tem sabor sulfuroso.

Sais havaianos: Possui duas variedades: o negro e o vermelho. O primeiro é recolhido em áreas próxima as vulcões, e o segundo tem essa por causa da argila, a Alea, rica em dióxido de ferro. Eles não são refinados.

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