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Paris Brest

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Paris - Brest

É um doce feito com a mesma massa que o éclair, recheado de um creme de amêndoas e decorado com amêndoas pralinées.

O Jornal Petit organizou o primeiro Paris-Brest-Paris. Pierre Giffard, o chefe do jornal promoveu a corrida de 1200 quilômetros para demonstrar a praticidade da bicicleta. Ciclos foram selados no início para garantir os pilotos usaram a mesma máquina em toda e inscrições, estrangeiros e mulheres não podiam participar.

Foi um verdadeiro sucesso a julgar pelo mais de 400 inscritos. 206 ciclistas iniciaram no dia 6 de setembro, incluindo 10 triciclos, 2 tandems e um comum montado por M. Duval. Amadores e profissionais participaram, os profissionais que empregam tripulações para transportar seus equipamentos e 10 pacers cada. Dezesseis postos de controle foram planejadas e as manchetes do jornal leia “Corrida Nacional de bicicleta …”. Charles Terront venceu a corrida, pedalou por 71h22m com uma média de 17,590 KPH no caminho e 16,780 no caminho de volta. Jiel Laval foi o segundo em mais de oito horas por trás Terront e Henry Coulliboeuf foi o terceiro.

O nome tem uma origem curiosa: em 1891, um chef confeiteiro resolveu homenagear a recém-criada corrida de bicicletas que ia de Paris a Brest e criou este doce em formato redondo que representa a roda de uma bicicleta. A competição teve sua última edição em 1951, mas a receita é sucesso até hoje!

 

 

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Crème Chiboust

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Chiboust

No cenário romântico do século 19 em Paris, Monsieur Chiboust, um cozinheiro chefe pâtissière com a sua própria loja na Rue Saint-Honoré, criou o famoso Chiboust crème.

É apenas uma combinação de creme pâtissière com gelatina e merengue italiano. O resultado é muito leve e pode ser usado para rechear e decorar bolos, tortas.

A preparação é muito particular, porque o creme pâtissière deve ser mantido quente até o merengue ser totalmente incorporado.

Isso pode representar algumas preocupações em termos de segurança alimentar (uma temperatura entre 30 ° e 60 ° C é uma condição ideal para a multiplicação bacteriana), para se certificar é necessário cobrir o creme ao descansar em temperatura ambiente, ou mesmo mantê-lo em banho-maria .

Crème Chiboust pode ser aromatizado com baunilha , raspas de laranja ou licores.

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Torta Ópera

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opera
É uma das tortas mais clássicas da patisserie francesa, foi criada em 1955 pelo francês, Cyriaque Gavillon da Dalloyau, uma patisserie francesa que data do ano de 1682 e uma das mais tradicionais naquele país.
Gavillon queria criar uma torta com diversas camadas, nesse caso 10, e que em cada mordida você pudesse sentir todos os sabores de forma única e mesmo assim conseguir identifica-los. Ele conseguiu o que queria, pois a cada pedaço que levamos a boca, todos os sabores se fundem, porém ao mesmo tempo são diferentes entre sim. Um luxo de sobremesa.

Trata-se de uma montagem de biscoitos crocantes perfume café, creme perfumado com café, chocolate 70% cacau.

Para aqueles que gostam da associação café/chocolate a Opera é irresistível.

Mas e o nome? Bom, a esposa de Gavillon foi a responsável por isso. Como uma grande admiradora da Opera Prima Ballerina, ela quis fazer um tributo a uma de suas peças favoritas e então o nome foi incorporado a sobremesa.
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Panna Cotta

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pannacotta

Panna Cotta (que em italiano quer dizer “creme cozido”) é o novo petit gateau.

É uma sobremesa leve, apesar de ser bem calórica, típica da região italiana do Piemonte, elaborada a partir de nata de leite, açúcar, gelatina e especiarias, especialmente canela.

Geralmente é aromatizada com baunilha e servida com uma bela calda ou frutas da estação. Esta é a panna cotta original  depois vem as  suas variações, aromatizadas com outros tipos de ingredientes como estragão, limão, coco, chocolate, café, maracujá…

Você pode colocar a panna cotta em moldes, em ramekins ou taças.

Apesar de serem poucos os ingredientes e de ser rápida e prática de fazer, é deliciosa.

 

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Tarte Tatin

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tartetatinTarte Tatin, é uma das sobremesas mais conhecidas da França. É uma receita simples, rápida, porém deliciosa que aparece com frequência nas refeições familiares. É um  símbolo cultural francês, uma sobremesa cheia de história, texturas e sabores.

Esta receita teria nascido de um erro culinário, ocasionado por um momento de falta de atenção da cozinheira. Quando Jean Tatin faleceu no final do século XIX, suas filhas Stéphanie e Caroline herdaram o hotel e restaurante Tatin, situado na pacata cidade de Lamotte-Beuvron, no Loir-et-Cher (centro da França). Cidade essa, que desde o século XIX era considerada como a capital da caça. Caroline era conhecida por ser uma excelente administradora. Já Stéphanie, era uma cozinheira muito talentosa. As duas formavam uma ótima equipe e, mesmo após o falecimento do pai, elas continuaram gerindo com brio o estabelecimento familiar, que acolhia com frequência todos os caçadores da região.

Uma das especialidades de Stéphanie era a torta de maçãs, que ela servia morna, caramelizada e bem macia. Os clientes vinham de longe para apreciar a famosa iguaria. No entanto, Stéphanie também era conhecida pelo seu jeito meio distraído e tagarela. Assim, num dia de muito movimento, ela ficou conversando demais com os clientes até que se deu conta de que a sobremesa não estava pronta. Então, ela correu para preparar a famosa torta, pôs ela no forno e só depois é que reparou que tinha esquecido de colocar a massa no fundo da forma. Vendo que as maçãs estavam caramelizadas, ela teve a ideia de colocar a massa por cima e de virar a torta quando ela saísse do forno. Quanto aos clientes, eles simplesmente adoraram a nova receita !

A receita tradicional da Tarte Tatin é realizada com maçãs, manteiga e açúcar. A massa utilizada originalmente é uma “pâte brisée” (massa de torta doce).

A tarte tatin costuma ser servida morna, com uma bola de sorvete de baunilha ou com um pouco de creme chantilly.

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Mont Blanc

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MB

Este doce francês é muito tradicional na ceia de Natal da França, apesar de ser também muito comum na Itália, principalmente nas regiões de Piemonte e Lobardia.

Ele é feito com castanhas portuguesas misturadas ao leite, açúcar, chocolate e rum.

O purê, que depois fica com forma semelhante ao spaghetti é também uma das marcas deste doce.

O nome Mont Blanc, se refere a sua forma. Decorado geralmente com chantilly, simula o topo branco de uma montanha com neve.

Ele pode ainda ser decorado com lascas de chocolate e marrom glacê.

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Canelé

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canele

Canelé é uma receita clássica francesa, feita a partir de ovos, leite e açúcar.

Esse pequeno doce, tem uma experiência rica: crosta crocante caramelizada e interior macio e úmido, pena que ele acaba em duas mordidas! Tem um equilíbrio perfeito entre o doce e o salgado.

Após quase desaparecer no século 19 voltou no século 20, e se consolidou como um dos principais produtos da confeitaria francesa.

Sua história está ligada a história do vinho, pois naquela época durante o processo de clarificação dos vinhos com clara de ovo, conhecida como “collage”, as gemas que sobravam eram doadas para freiras, que teriam assim criado esse bolinho típico da região.

Em 1985, com a necessidade de valorizar e consolidar o Canelé como doce típico da região de Bordeaux, famosos confeiteiros se uniram para estabelecer um nome e uma receita padrão. Com isso, foi retirado um “n” da palavra, virando Canelé de Bordeaux para o original, e o nome genérico Cannelé Bordelais para os produzidos fora da região. A partir disso, a receita milenar passou a ser resguardada pelos produtores artesanais.

A receita trabalhosa, justifica o resultado final, é delicioso!

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Riz au lait

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rizaulaitDa França para o mundo. Taí uma expressão que faz muito sentido quando nos referimos à riqueza da culinária do país europeu, que exporta sabores para países de todos os continentes – da própria Europa, inclusive – desde tempos memoriais.

Mas, especialmente, a notoriedade da culinária francesa, em outras fronteiras, é mais precisa e afamada quando as sobremesas são postas à mesa, seja em uma discussão informal ou em restaurantes especializados nas delícias francesas.

E a lista de doces que desembarcaram no Brasil não é pequena. Ora modificada gentilmente à cultura e paladar brasileiros, ora seguida à risca aos moldes franceses, das medidas à pronúncia, existe uma variedade rica de sabores que já fazem parte do nosso cotidiano e trazem mais variedade ao repertório nacional de sobremesas – bem como mais fama à capital mundial da moda, gastronomia e do amor, até.

Entre os seus notórios doces – os de pronúncia europeia, inclusive –, podemos destacar o Riz au lait, que, aqui no Brasil, atende melhor à mesa quando chamado de arroz doce. A diferença, na versão francesa, está em concepções mínimas que não foram imitadas na versão tupiniquim. Mas as distinções vão além da simples pronúncia, afinal de contas.

Vamos conhecer um pouco mais sobre o Riz au lait?

O seu preparo é muitíssimo similar ao do arroz doce, levando o próprio arroz, claro, açúcar, leite em pó e creme de leite, além de canela, cravo e baunilha.

A diferença é que o Riz au lait vem acrescido de uma calda de caramelo que o deixa com um sabor inconfundível – e igualmente irresistível. Ela é colocada em cima da parte similar ao arroz doce, e se mistura, a cada colherada, criando um repertório divino para servir aos convidados,em almoços e jantares, ou mesmo para ser o complemento de uma refeição do dia a dia.

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Sobremesas tradicionais de Páscoa e Novidades!

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pascoaA Páscoa está aí, e quem já garantiu os seus ovos achocolatados, a pressa de última hora pode ser evitada, e os esforços concentrados na cozinha para garantir os sabores indescritíveis coma família reunida à mesa. Quem ainda não cumpriu nem a primeira etapa, é hora de ser criativo, e não perder o foco no tradicional almoço do domingo de Páscoa.

Para facilitar o repertório do cardápio, separamos algumas receitas tradicionais e, também, as tendências que trouxeram mais sabor para o ano de 2015.

Folar doce: o tradicional pão garante que a criatividade não falte à mesa e possibilite misturas de sabores quando todos já estão deliciosamente satisfeitos com a refeição principal.

Pão-de-ló úmido de chocolate: trata-se de um clássico, com certeza, mas com uma versão achocolatada. Esse pão substitui o tradicional bolo de chocolate da vovó com muita criatividade – e suculência.

Tarte de amêndoa: recheado e doce como pedem os bons momentos da vida, o tarte de amêndoa mistura essências com notas de limão e o contraste da perdição do açúcar.

Ovo de Páscoa caseiro: para quem deixou para os últimos minutos os presentes de Páscoa para amigos e familiares, a solução pode estar na própria cozinha. Encontre a receita ideal e produza em massa sabores únicos para todos.

Ovos de páscoa de colher: meia casca de ovo de chocolate com o recheio de sua preferência. Resistir à tentação tem ficado mais difícil, ao longo dos anos.

Ovos com recheios variados: outra surpresa que demanda tempo, mas recompensa em sabor, é apostar nos recheios variados para oferecer, à mesa, toda a inventividade que você puder criar na cozinha para oferecer uma variação do ovo de páscoa de colher para cada convidado.

Paloma de brigadeiro: mais uma receita que mistura tradicionalismo com as tendências atuais. Busque reinventar a partir da sua receita favorita.

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Profiteroles

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profiterolesComo os mais ilustres momentos da história são passíveis de versões mais extravagantes e açucaradas do acontecido, de fato, dando proporções de lendas a eles, o profiteroles, uma das sobremesas mais queridas da França, não poderia ficar de fora das suposições místicas sobre o seu berço e história.

A que mais se conta, mundo afora, remonta ao século 16, produzida em solo francês, mas com competências e mãos italianas, uma vez que o chef encarregado da cozinha da então rainha da França, Catarina de Médici, não possuía o mesmo sotaque do que a da vossa majestade.

Desde então, o profiteroles tem sido grande sensação após as refeições, e para as gulosas petiscadas vespertinas, tendo, hoje em dia, uma série de aperfeiçoamentos e versões para o doce europeu.

A popularização do doce, no entanto, não tirou a majestade de sua doçura. As variações são muito bem-vindas e se adaptam aos costumes sociais e culturais de quem está com a mão na massa. Isso torna a sobremesa ainda mais irresistível.

Mais conhecida no Brasil como…

Carolina. O nosso famoso doce é a versão brasileira do profiteroles francês, embora uma coisa ou outra da versão original tenha ficado no caminho para apetecer mais ao paladar sul-americano. A nossa tem a massa mais seca e a cobertura endurecida, e o recheio, também, assume uma simplicidade diferente da produção francesa, entre outros detalhes.

A massa utilizada para a Carolina, para o profiteroles e para a nossa bomba (a éclair francesa) é a mesma: o pat à choux. Simples de fazer, sendo possível treinar os dotes culinários na própria cozinha, o profiteroles conta com uma serie de modificações que podem torná-la a sua sobremesa favorita na mesa de casa – com inspirações majestosas que atravessaram os séculos e chegaram ao seu conhecimento, para impressionar os convidados docilmente.

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