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Le Cordon Bleu

Categoria(s): Curiosidades

10563094_10152993091362108_6035508188985510179_nFundada em 1895, Le Cordon Bleu é uma escola culinária reconhecida internacionalmente e forma mais de 20.000 estudantes a cada ano. A formação é baseada no domínio das técnicas culinárias francesas clássicas, segundo uma abordagem pedagógica progressiva.

O objetivo é preservar e transmitir a excelência das artes culinárias francesas, antecipando as grandes tendências da profissão. O corpo docente inclui mais de 80 chefes de várias origens, incluindo lugares conceituados pelo guia Michelin.

A partir de sua escola parisiense, Le Cordon Bleu criou uma rede internacional de gastronomia e da gerência de hotéis, oferecendo diplomas de graduação e também uma larga oferta de cursos de descoberta culinária, para os apaixonados por gastronomia. Em parceria com prestigiosas universidades, Le Cordon Bleu o prepara para esse setor em pleno crescimento, graças a programas de formação e até MBA.

Escolher a Le Cordon Bleu em Paris, a capital gastronômica mais cosmopolita do mundo, permite seguir uma formação culinária dada pelos chefes mais prestigiados.

Em meados do século XVI, os melhores cavaleiros da França eram condecorados com a Ordem do Espírito Santo, uma espécie de insígnia presa a uma fita azul. Além da coragem, os chamados cordons bleus ficaram famosos pelos jantares nababescos que ofereciam. Com a Revolução Francesa, esses banquetes foram abolidos, mas o nome permaneceu como sinônimo de excelência à mesa e serviu de inspiração para batizar um dos mais importantes e prestigiados cursos de culinária do mundo. História e tradição são apenas alguns dos atributos da escola Le Cordon Bleu.

Um diploma da Le Cordon Bleu é um cobiçado passaporte para ingressar no mundo das panelas. A matriz, em Paris, atrai interessados de mais de sessenta nacionalidades. Estima-se que 1?000 brasileiros tenham feito o curso na instituição nas últimas duas décadas.  Na França, um curso completo com o selo Cordon Bleu sai por cerca de 43?000 euros.

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Patrimônio Mundial Imaterial da UNESCO

Categoria(s): Blog, Curiosidades

a-francesaVocê sabia, que há alguns anos a UNESCO estendeu sua proteção à refeição gastronômica à moda francesa, que passa a figurar ao lado de 212 outras práticas e tradições culturais no panteão do patrimônio mundial imaterial da humanidade?

refeição gastronômica à moda francesa inaugura a lista de tradições culinárias rotuladas em 2010 pelo comitê intergovernamental da UNESCO para a salvaguarda do patrimônio imaterial da humanidade, reunido em Nairóbi, Quênia. A dieta mediterrânea, a culinária tradicional do México e o pão de mel croata também conquistaram esse registro.

Diferentemente do patrimônio material – que inclui lugares e monumentos –, o patrimônio imaterial engloba processos culturais que “inspiram as comunidades vivas com um sentimento de continuidade em relação às gerações precedentes e são de uma importância crucial para a identidade cultural, bem como a salvaguarda da diversidade cultural e da criatividade da humanidade“.

A UNESCO não destacou nenhuma receita francesa em particular. No país de Gargântua, tratou-se mais de reconhecer o ritual de identidade “destinado a celebrar os momentos mais importantes da vida das pessoas e dos grupos“. Uma mistura original de convivialidade e gastronomia, que reúne os franceses ao redor de uma mesa bem colocada, para dividir pratos de qualidade acompanhados de um vinho adequado.

Além do gosto pela boa comida, a UNESCO também consagrou três outras práticas culturais francesas: o compagnonnage (sociedade fraternal de artesãos e construtores), a cetraria e a renda de Alençon. A França passa, assim, a contar com nove tradições culturais inscritas na lista da UNESCO.

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Mascarpone

Categoria(s): Blog, Curiosidades, Dicas

mascarpone

De cor bege e sabor adocicado, o mascarpone possui consistência muito cremosa, é feito à base de leite de vaca e obtido através da acidificação do creme de leite.

É fabricado de maneira semelhante a um iogurte e possui elevado teor de gordura. É parecido com a coalhada e tem consistência de manteiga amolecida.

A criação do mascarpone remete ao final do século XVI, início do XVII e provavelmente ocorreu na região da Lombardia, Itália.

Ele é utilizado na preparação de muitos cremes doces, sendo um ingrediente fundamental do tiramisù.

O rendimento oriundo da fabricação do queijo mascarpone varia principalmente em função do teor de gordura do creme a ser utilizado. Em média o rendimento situa-se na faixa de 40 a 50%, ou seja gastam-se de 2 a 2,5 kg de creme para 1 quilo de produto final.

 

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A história de Ladurée

Categoria(s): Bolos, Curiosidades, Dicas

ladureeLadurée é uma das padarias maios famosas de Paris, cuja história se inicia em meados do século 19, e cuja popularidade se estendeu par ao resto do mundo, ao longo dos anos. Entre as especialidades da casa, um macaron está entre os mais pedidos e repercutidos.

Hoje em dia, a loja se espalhou por muitos países, entre eles: Brasil (com sucesso imediato assim que se instalou na terrinha sul-americana), Estados Unidos, Inglaterra, Itália, Líbano, Suíça e Turquia.

Mas esses mais de 150 anos de história começam, especificamente, no ano de 1862, a partir da inventividade de Louis-Ernest Ladurée, que viu a sua primeira padaria queimar, literalmente, como uma das consequências da Revolução.

Em seguida, Ladurée levou o seu espírito empreendedor para inaugurar uma pâtisserie, cuja pintura do teto é assinada por Jules Chéret, tornando-se uma das assinaturas do estilo estético de Ladurée. Mas algo faltava, na concepção de Ladurée, para que o seu empreendimento deslanchasse de vez.

E a solução foi misturar o sucesso da sua loja com um sucesso que começava a despontar em Paris: as conceituais lojas para tomar um bom café e passar o tempo. Logo, o lugar se transformou em uma casa de chá, cujo conceito se espalhou rapidamente – bem como a fama de Ladurée.

Incansável, a marca se reinventou com o seu macaron, cujo toque de mestre foi adicionado a partir de um cremoso e delicioso ganache que vinha no interior do popular doce. E foi assim que a Ladurée se assumiu como uma das lojas mais conhecidas de Paris, bem como o seu doce, deixando-o, por algum tempo, como o mais popular da França.

Em comum, as lojas de Ladurée apelam pela visualidade que se via na primeira loja: afrescos sofisticados, lustres de cristal e espelhos. Vale a visita e alguns macarons para viagem, depois de degustar alguns.

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Conheça os doces franceses que foram bem recebidos e abrasileirados

Categoria(s): Blog, Bolos, Curiosidades

A arte é universal. E isso vai desde o refrão famoso ao filme inesquecível e às hipnotizantes páginas de livros que parecem fazer as horas do dia passar mais rápidas. Na cozinha, da mesma forma, a arte é de todos e, também, para todos.

Assim, dizer que as nossas sobremesas mais queridas e deliciosas vieram da França não passa de mera formalidade pelo crédito da invenção. De resto, a doçura de suas receitas passa a pertencer, aqui e ali, e de todos os lugares um pouquinho.

Os doces franceses mais abrasileirados

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Mil folhas: abrasileirado, o doce não perdeu muito da sua identidade saborosa, ao vir para a nossa terrinha, mas já se encontra em tantas confeitarias que a sua origem pode vir a confundir uns e outros.

Éclair: para nós, atende por bomba, mesmo. De chocolate ou de creme, ao gosto do freguês. A criatividade, inclusive, tem imperado, e a éclair (bomba) aceita mais recheios e coberturas do que as tradicionais, muito presentes em padarias e docerias.

Profiteroles: um dos doces mais descaracterizados de sua origem francesa, o profiteroles ficou conhecido, por aqui, como Carolina. Com a mesma massa, mas mais seca, e a cobertura mais rígida e menos cremosa. Ainda assim, indiscutivelmente deliciosa.

Tarte citron: a nossa inconfundível torta de limão. Azedinha e docinha na medida certa, em um equilíbrio pouco comum na nossa rotina. O merengue é opcional, mas devem ser pouquíssimo os que não arriscam complementar a sua tarte citron com o merengue.

Macaron: cada vez mais difundido no país, e cada vez mais variado para se adaptar aos costumes de cada região do nosso imenso país, o macaron pediu emprestado alguns dos sabores nacionais e, hoje, oferece variações exclusivas, como nos sabores de paçoca, milho, maracujá e cupuaçu.

macaron

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História da culinária francesa

Categoria(s): Blog, Curiosidades

francaEntortando biquinhos com o seu idioma, a França também é famosa por formar beicinho apaixonado pelo paladar. Em parte, isso se deve à elegância natural da cidade, mas que é complementada geograficamente pela região, que permite o florescimento de uvas para os mais distintos vinhos, clima para temperos peculiares, e conhecimento adquirido na arte de fazer os melhores queijos.

A sua culinária é variada, histórica e igualmente rica. Já fisgou pelo estômago líderes globais – contemporâneos e da antiguidade – e deu mais arte à gastronomia, fazendo-a vistosa no sabor e no visual.

A começar pelos queijos, leite e manteiga, que dão em abundância nos seus verdejantes prados. Em sequência, a carne fornecida por uma variedade de espécies e que recebem alcunhas suculentas, à mesa. Tradicionalmente servidas com molho ou especiarias que levam propriedades exóticas no imaginário popular.

Isso se complementa com os vinhos. Arte local, e de fama internacional em bodegas, adegas e fornecedoras de todo o mundo desse milenar néctar fermentado.

E se o vinho francês foi aperfeiçoado nos últimos séculos, o mesmo se diz das receitas típicas da região. Seus primórdios datam de monges, ainda na Idade Média, que decifraram alguns segredos da culinária europeia e trouxeram para os costumes culturais de onde viviam.

Os séculos seguintes marcaram particularidades únicas, como o homem que impôs a batata à culinária, quando antes só se davam aos porcos, e os chefs que deram mais luz à gastronomia francesa com ousadia e muito tempero.

Entre outras contribuições globais da França, estão a instauração do primeiro restaurante, que servia aos viajantes apressados. É deles, também, o costume de dividir as principais refeições do dia em três etapas, com as entradas e sobremesa.

Entende-se, agora, os motivos de darem a responsabilidade à França de ser o berço da Alta Gastronomia.

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As particularidades das queridas e doces madeleines

Categoria(s): Curiosidades, Doces

MadeleineFrancesa do berço, mas adotadas pelo resto do mundo como uma das delícias mais suculentas dos petiscos adocicados, as madeleines – ou madalenas, como se popularizou em algumas regiões – são biscoitos cujo formato lembra uma concha.

A receita básica não se altera, esteja o degustador onde estiver. Para todos os lados se faz a sua à base de uma mistura de ovos, açúcar, farinha, fermento, manteiga derretida e raspa de limão – assados, posteriormente, no forno, nas tradicionais formas que as deixam com o característico formato.

As suas variações de preparo implicam, no entanto, para que lado pesa o sabor. Há quem coloque mais ou menos condimentos e nozes. Fica a critério do chef.

A história das madeleines

O resgate de sua história já se amontoa em séculos, tendo um início aproximado na metade do século 18, por volta de 1750, nas cozinhas majestosas do então rei polonês Estanislau I.

Com o casamento arranjado de sua filha Maria com o duque de Bourbon, que viria a se tornar o rei Luís XV de França, o doce que se preparava nos cômodos poloneses migraram para a requintada culinária francesa.

Hoje em dia, já não se tem a certeza se existe mais responsabilidade polonesa ou francesa para o resultado final, que se perdeu nas páginas da história. O sabor das madeleines, contudo, permaneceu adicionando capítulos à história da gastronomia francesa.

No século seguinte, Marcel Proust, durante o processo de criação do seu épico “Em busca do Tempo Perdido”, deu mais notoriedade ao doce francês, citando-as como fonte inspiradora da experiência psicológica que gerou todo o desenrolar da sua obra – considerada uma das mais significativas de toda a literatura, por muitos.

Na sequência, personalidades históricas se encarregaram de dar mais fama à Madeleine, como o príncipe Talleyrand, ministro de Napoleão Bonaparte, e Antonin Carême, que foi considerado um mago da gastronomia francesa.

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Sobremesas francesas tradicionais

Categoria(s): Blog, Curiosidades, Doces

É só um doce fazer beicinho insinuante em sua pronúncia que já creditam à França a autoria da doce travessura na cozinha. Por outro lado, existem muitos doces que exigem menos esforço em suas sílabas e que, com certeza, vieram com toda a pompa do país europeu.

Com uma gastronomia rica e internacionalmente conhecida, a França não se cansa de produzir protagonistas suculentos para o delicioso momento que precede a refeição: a sobremesa. E, abaixo, listamos algumas das sobremesas mais tradicionais dos nossos amigos europeus.

Algumas das sobremesas mais tradicionais da França

baba-au-rhumBaba au rhum: trata-se de um bolo que se encontra com facilidade nas padarias francesas. Seu sabor é composto por uma suave mistura de xarope de rum à massa do bolo, podendo vir acompanhado de frutas e creme chantilly.

Creme brulée: popular como a notória torre que enfeita cartões-postais na capital francesa, o crème brulée é uma das sobremesas mais conhecidas internacionalmente, composto por um creme de baunilha e coberto por uma camada endurecida com açúcar levemente queimado.

Crepe Suzette:açúcar flambado e manteiga emprestam ao tradicional crepe francês um pouco do que há de mais suculento na culinária francesa.

Éclair: caso o nome soe estranho, pode chamá-lo de bomba, mesmo. Essa suculência que seduz docemente de sua vitrine é uma criação inteiramente francesa.

macarronsMacaron: conquistando cada vez mais espaço no Brasil, o macaron cativa pela versatilidade, podendo diferir em cores e sabores.

Madeleines:esse tradicional bolinho da região de Lorraine trouxe todo o seu sabor para o mundo com uma receita à base de ovos e um agradável formato de concha. Na França, é um dos docinhos prediletos para compor o lanche da criançada.

Profiteroles:já conhecida aqui no país, e sempre em evidência, as profiteroles levam a mesma base da massa que a bomba (o ecláir) e tendem a vir acompanhadas de uma bola de sorvete.

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Frutas & Doces | Banana

Categoria(s): Blog, Curiosidades, Dicas

bananasA banana contém 3 açúcares naturais: Sucrose, frutose e glicose que combinada com fibras, te dá um substancial aumento de energia. Pesquisas provaram que apenas duas bananas te dão energia o suficiente para um exercício intenso de 90 minutos.

Não é a toa que a banana é a fruta número um e preferida de todos os atletas no mundo.

Mas a energia não é apenas o único benefício, ela te ajuda a prevenir um numero substancial de doenças, fazendo com que ela tenha que fazer parte de sua alimentação.

Veja abaixo algumas dicas de sobremesa para fazer com uva:

  • Torta de banana
  • Bolo de banana
  • Banana flambada
  • Folhado de banana
  • Docinho de banana
  • Pudim de banana
  • Banana caramelada
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Alimentos para dar sorte!

Categoria(s): Blog, Curiosidades, Dicas

LentilhaPular sete ondas, usar roupa com cores que atraiam desejos para o novo ano, dar o primeiro passo com o pé direito são apenas algumas das superstições de Ano novo.

Há também as superstições ligadas aos alimentos, que podem trazer sorte e fortuna. Veja abaixo algumas dicas que separamos!

Lentilha

O grão pode ser espalhado pela mesa, ao longo da ceia, e deve ser o primeiro alimento ingerido na hora da virada. O prato de lentilha deve ser comido à meia-noite, em cima de uma cadeira, concentrando-se em pensamentos positivos. Atrai fartura, dinheiro e prosperidade.

Romã

Depois de comer sete gominhos de romã, enrole as sementes num papel branco e guarde na carteira durante o ano todo. Ajuda a atrair fartura e ferilidade.

Uva

Há duas simpatias que podem ser feitas com as uvas: comer três, mentalizando um desejo no momento de engolir cada uma; ou comer doze, mentalizando um pedido para cada mês do próximo ano. Dizem que a fruta atrai sorte e prosperidade.

Champagne

Quando o novo ano chegar, além do tradicional brinde com champanhe, jogar a bebida para trás simboliza que tudo o que te aconteceu de ruim ficará no passado. O ritual diz que é preciso dar três pulinhos com a taça na mão, sem derrubar nenhuma gota e, em seguida, jogar o conteúdo para trás.

Verduras

Comer qualquer tipo verdura, como repolho e couve, faz com que você mantenha o dinheiro dentro da carteira. É aconselhável ingerir mais de um tipo de uma vez só.

Macarrão

Em muitas culturas asiáticas o macarrão simboliza uma longa vida. É importante não cortá-los em tamanhos menores. Você deve tentar ingerir os fios inteiros e, assim, terá sorte.

Carne de Porco

Muitas culturas dizem para colocar o porco no centro da festas porque eles simbolizam o progresso. O tamanho de um porco inteiro também representa a abundância.

 

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