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Paris Brest

Categoria(s): Blog, Doces

Paris - Brest

É um doce feito com a mesma massa que o éclair, recheado de um creme de amêndoas e decorado com amêndoas pralinées.

O Jornal Petit organizou o primeiro Paris-Brest-Paris. Pierre Giffard, o chefe do jornal promoveu a corrida de 1200 quilômetros para demonstrar a praticidade da bicicleta. Ciclos foram selados no início para garantir os pilotos usaram a mesma máquina em toda e inscrições, estrangeiros e mulheres não podiam participar.

Foi um verdadeiro sucesso a julgar pelo mais de 400 inscritos. 206 ciclistas iniciaram no dia 6 de setembro, incluindo 10 triciclos, 2 tandems e um comum montado por M. Duval. Amadores e profissionais participaram, os profissionais que empregam tripulações para transportar seus equipamentos e 10 pacers cada. Dezesseis postos de controle foram planejadas e as manchetes do jornal leia “Corrida Nacional de bicicleta …”. Charles Terront venceu a corrida, pedalou por 71h22m com uma média de 17,590 KPH no caminho e 16,780 no caminho de volta. Jiel Laval foi o segundo em mais de oito horas por trás Terront e Henry Coulliboeuf foi o terceiro.

O nome tem uma origem curiosa: em 1891, um chef confeiteiro resolveu homenagear a recém-criada corrida de bicicletas que ia de Paris a Brest e criou este doce em formato redondo que representa a roda de uma bicicleta. A competição teve sua última edição em 1951, mas a receita é sucesso até hoje!

 

 

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Patrimônio Mundial Imaterial da UNESCO

Categoria(s): Blog, Curiosidades

a-francesaVocê sabia, que há alguns anos a UNESCO estendeu sua proteção à refeição gastronômica à moda francesa, que passa a figurar ao lado de 212 outras práticas e tradições culturais no panteão do patrimônio mundial imaterial da humanidade?

refeição gastronômica à moda francesa inaugura a lista de tradições culinárias rotuladas em 2010 pelo comitê intergovernamental da UNESCO para a salvaguarda do patrimônio imaterial da humanidade, reunido em Nairóbi, Quênia. A dieta mediterrânea, a culinária tradicional do México e o pão de mel croata também conquistaram esse registro.

Diferentemente do patrimônio material – que inclui lugares e monumentos –, o patrimônio imaterial engloba processos culturais que “inspiram as comunidades vivas com um sentimento de continuidade em relação às gerações precedentes e são de uma importância crucial para a identidade cultural, bem como a salvaguarda da diversidade cultural e da criatividade da humanidade“.

A UNESCO não destacou nenhuma receita francesa em particular. No país de Gargântua, tratou-se mais de reconhecer o ritual de identidade “destinado a celebrar os momentos mais importantes da vida das pessoas e dos grupos“. Uma mistura original de convivialidade e gastronomia, que reúne os franceses ao redor de uma mesa bem colocada, para dividir pratos de qualidade acompanhados de um vinho adequado.

Além do gosto pela boa comida, a UNESCO também consagrou três outras práticas culturais francesas: o compagnonnage (sociedade fraternal de artesãos e construtores), a cetraria e a renda de Alençon. A França passa, assim, a contar com nove tradições culturais inscritas na lista da UNESCO.

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Crème Chiboust

Categoria(s): Blog, Dicas, Doces

Chiboust

No cenário romântico do século 19 em Paris, Monsieur Chiboust, um cozinheiro chefe pâtissière com a sua própria loja na Rue Saint-Honoré, criou o famoso Chiboust crème.

É apenas uma combinação de creme pâtissière com gelatina e merengue italiano. O resultado é muito leve e pode ser usado para rechear e decorar bolos, tortas.

A preparação é muito particular, porque o creme pâtissière deve ser mantido quente até o merengue ser totalmente incorporado.

Isso pode representar algumas preocupações em termos de segurança alimentar (uma temperatura entre 30 ° e 60 ° C é uma condição ideal para a multiplicação bacteriana), para se certificar é necessário cobrir o creme ao descansar em temperatura ambiente, ou mesmo mantê-lo em banho-maria .

Crème Chiboust pode ser aromatizado com baunilha , raspas de laranja ou licores.

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Torta Ópera

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opera
É uma das tortas mais clássicas da patisserie francesa, foi criada em 1955 pelo francês, Cyriaque Gavillon da Dalloyau, uma patisserie francesa que data do ano de 1682 e uma das mais tradicionais naquele país.
Gavillon queria criar uma torta com diversas camadas, nesse caso 10, e que em cada mordida você pudesse sentir todos os sabores de forma única e mesmo assim conseguir identifica-los. Ele conseguiu o que queria, pois a cada pedaço que levamos a boca, todos os sabores se fundem, porém ao mesmo tempo são diferentes entre sim. Um luxo de sobremesa.

Trata-se de uma montagem de biscoitos crocantes perfume café, creme perfumado com café, chocolate 70% cacau.

Para aqueles que gostam da associação café/chocolate a Opera é irresistível.

Mas e o nome? Bom, a esposa de Gavillon foi a responsável por isso. Como uma grande admiradora da Opera Prima Ballerina, ela quis fazer um tributo a uma de suas peças favoritas e então o nome foi incorporado a sobremesa.
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Panna Cotta

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pannacotta

Panna Cotta (que em italiano quer dizer “creme cozido”) é o novo petit gateau.

É uma sobremesa leve, apesar de ser bem calórica, típica da região italiana do Piemonte, elaborada a partir de nata de leite, açúcar, gelatina e especiarias, especialmente canela.

Geralmente é aromatizada com baunilha e servida com uma bela calda ou frutas da estação. Esta é a panna cotta original  depois vem as  suas variações, aromatizadas com outros tipos de ingredientes como estragão, limão, coco, chocolate, café, maracujá…

Você pode colocar a panna cotta em moldes, em ramekins ou taças.

Apesar de serem poucos os ingredientes e de ser rápida e prática de fazer, é deliciosa.

 

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Mascarpone

Categoria(s): Blog, Curiosidades, Dicas

mascarpone

De cor bege e sabor adocicado, o mascarpone possui consistência muito cremosa, é feito à base de leite de vaca e obtido através da acidificação do creme de leite.

É fabricado de maneira semelhante a um iogurte e possui elevado teor de gordura. É parecido com a coalhada e tem consistência de manteiga amolecida.

A criação do mascarpone remete ao final do século XVI, início do XVII e provavelmente ocorreu na região da Lombardia, Itália.

Ele é utilizado na preparação de muitos cremes doces, sendo um ingrediente fundamental do tiramisù.

O rendimento oriundo da fabricação do queijo mascarpone varia principalmente em função do teor de gordura do creme a ser utilizado. Em média o rendimento situa-se na faixa de 40 a 50%, ou seja gastam-se de 2 a 2,5 kg de creme para 1 quilo de produto final.

 

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Pâtisserie, Boulangerie, Traiteur e Restauration. Qual a diferença?

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patisserie

Quando lemos esses nomes, a primeira coisa que nos vem em mente é sofisticação – mas ao mesmo tempo algo complicado. Na verdade não é bem assim. Conheça um pouco sobre  cada um deles para entendermos  mais sobre o mundo gastronômico francês.

Pâtisserie – Padaria francesa especializada em bolos e doces. O termo pâtisserie também se refere à massas produzidas por um pâtissier.Doces produzidos em massa são também chamados de pâtisserie. Dentro disso existe uma infinidade de opções. Doces mais elaborados,mais simples,clássicos ou originais,regionais ou estrangeiros,mais leves ou mais ricos,tradicionais e festivos.

Na França, é um título legalmente regulamentado que só pode ser utilizado por padarias que empregam um maître pâtissier licenciado.

Boulangerie – É um lugar especializado em produzir pães, dos mais variados tipos e sabores. Apesar de terem nomes e funções diferentes, a Pâtisserie e a Boulangerie andam sempre juntas, produzindo, criando e, algumas vezes, inovando essas delícias que vêm sendo cada vez mais apreciadas pelo paladar brasileiro.

Traiteur – Nacionalmente conhecido como Tratoria,  é a origem dos restaurantes de hoje em dia. No século 18, quando se queria jantar fora era necessário ir à casa de alguém que fizesse esse tipo de serviço, mas as refeições eram restritas àquilo que se tinha no momento para preparar. Atualmente, as Tratorias são dedicadas a comidas feitas para fora, ou seja, são preparadas ou pré-preparadas para serem consumidas em casa, no trabalho,  em algumas ocasiões, no próprio estabelecimento, porém sem o mesmo requinte de um restaurante.

Restauration – é um lugar mais sofisticado, tanto no ambiente como no serviço, no qual podemos sentar, apreciar um bom prato, conversar e beber algo.

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Chouquette

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chouquettesChouquette é uma guloseima francesa tradicional que é frequentemente servido como um lanche da tarde. Feita a partir de uma massa simples, um chouquette pode ser coberto ou preenchido com diversos de ingredientes. Não importa os sabores que são usados, o processo de cozimento é considerada a parte mais importante desta iguaria.

Eles geralmente são vendidos em sacos de papel, por peso, e como as famílias francesas não costumam jantar muito cedo em casa, desfrutam desta delícia até uma hora do jantar. São deliciosos também para acompanhar um café ou chá da tarde.

O chouquette é feita a partir de uma massa muito simples, conhecida como pâte au choux  (mesma massa usada para fazer o eclair), com apenas quatro ingredientes: farinha, manteiga, água e ovos.  Posteriormente coberta com açúcar granulado.

O vapor criado pela umidade da massa é o que faz com que um chouquette cresce no forno sem fermento. Apesar de a quantidade de gordura na massa, este vapor faz com que o produto finalizado seja muito leve e aerado e ainda rico em sabor.

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Morango com pimenta, um delicioso segredo francês

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morango

Que a França é o berço da sofisticação gastronômica, pouca gente duvida disso, hoje em dia. As seculares tradições que transformaram meros ingredientes em protagonistas saborosos na concepção de receitas salgadas ou doces são múltiplas, o que torna cada novidade do país não um desalento e motivo de desconfiança, mas algo digno de atenção para saber o que mais esse elegante país tem a nos oferecer para brindar ao paladar.

Nessa entoada, é sabido que, no Brasil, o outono e o inverno são as épocas mais propícias para escolher os morangos mais vistosos e criar composições saborosas para aquecer o sabor das estações mais frias do ano.

E entre as opções mais versáteis da nossa gastronomia, podemos citar as calorosas fondues, da mesma forma que uma série de sobremesas apetecem aos maiores rigores culinários, como tortas, mousses e bolos, entre outras surpresas deliciosas.

Mas, na França, o morango inspira ares ainda mais democráticos e de suculência exclusiva, com um apelo que não se vê com tanta frequência ao redor do mundo.

Explica-se: enquanto vivemos alguns dos rigores do prenuncio de inverno, ainda em meados de outono, a França está colhendo os frutos e frutas característicos da primavera, essa florida estação que dá as boas vindas ao verão.

E, lá, o costume muito comum, mas um tanto incomum para quem acha que já viu de tudo com os morangos, é acrescentar um pouquinho de pimenta do reino à fruta – ou, ainda, vinagre.

Antes que alguém torça o nariz, vale o experimento. Lave os morangos com cuidado, retire os talos deles e, após misturar as frutas com algumas folhas picadas de hortelã, tempere a sua mistura com um pouquinho de pimenta do reino.

A explicação europeia para o experimento reside no fato de que a pimenta ajuda a realçar os sabores do morango. E, para confirmar isso, só existe uma e suculenta maneira…

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O queijo como sobremesa

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queijosQue a França inspira muito mais do que romantismo, em seu território, ninguém duvida. O elegante país ostenta, também, uma gastronomia refinada, capaz de servir como modelo para receitas internacionais, bem como um apadrinhamento em restaurantes especializados que estão espalhados no mundo inteiro – o Brasil, inclusive, soma dezenas e mais dezenas de estabelecimentos cujo mote é a inventiva culinária francesa.

Além disso, o queijo é um patrimônio francês, praticamente, com centenas de variações do laticínio para serem servidas com vinho, no almoço, no jantar, em lanches e, claro, nas sobremesas. Afinal de contas, com mais de 300 queijos no repertório, um ou outro deve cair muito bem para ser sorvido após uma refeição.

Algumas regrinhas de ouro devem ser seguidas, no entanto, caso você esteja para preparar uma suculenta refeição e o queijo soa como uma boa opção para finalizar o cardápio. Confira-as, logo a seguir:

  • O paladar é tudo, mas a apresentação não fica muito atrás. Ao servir queijos, arranje-os sobre tábuas ou pratos largos;

  • Não sirva os queijos frios. Deixe-os fora da geladeira por uma hora, aproximadamente, antes de servir;

  • Não misture os sabores. Cada queijo com os seus respectivos;

  • A tendência é que se experimente, primeiro, queijos com sabores suaves e, por fim, os mais fortes, para não ofuscar os sabores de outros;

  • Ao fatiar, um pouquinho da casca é recomendável que venha junto, para dar o sabor completo dele;

  • A mistura de queijos deve ter, segundo etiquetas sociais francesas, um tipo mais macio, como brie ou camembert, outros mais firmes, como cantal, comte e parmesão, um tipo de blue cheese (roquefort ou gorgonzola, por exemplo) e um fresco, por fim, como queijo de cabra, de ovelha ou de vaca;

  • Para acompanhar, geléias que não sejam doces em demasia podem ser uma boa pedida.
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