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Blog » maio 2015

Morango com pimenta, um delicioso segredo francês

Categoria(s): Blog, Dicas

morango

Que a França é o berço da sofisticação gastronômica, pouca gente duvida disso, hoje em dia. As seculares tradições que transformaram meros ingredientes em protagonistas saborosos na concepção de receitas salgadas ou doces são múltiplas, o que torna cada novidade do país não um desalento e motivo de desconfiança, mas algo digno de atenção para saber o que mais esse elegante país tem a nos oferecer para brindar ao paladar.

Nessa entoada, é sabido que, no Brasil, o outono e o inverno são as épocas mais propícias para escolher os morangos mais vistosos e criar composições saborosas para aquecer o sabor das estações mais frias do ano.

E entre as opções mais versáteis da nossa gastronomia, podemos citar as calorosas fondues, da mesma forma que uma série de sobremesas apetecem aos maiores rigores culinários, como tortas, mousses e bolos, entre outras surpresas deliciosas.

Mas, na França, o morango inspira ares ainda mais democráticos e de suculência exclusiva, com um apelo que não se vê com tanta frequência ao redor do mundo.

Explica-se: enquanto vivemos alguns dos rigores do prenuncio de inverno, ainda em meados de outono, a França está colhendo os frutos e frutas característicos da primavera, essa florida estação que dá as boas vindas ao verão.

E, lá, o costume muito comum, mas um tanto incomum para quem acha que já viu de tudo com os morangos, é acrescentar um pouquinho de pimenta do reino à fruta – ou, ainda, vinagre.

Antes que alguém torça o nariz, vale o experimento. Lave os morangos com cuidado, retire os talos deles e, após misturar as frutas com algumas folhas picadas de hortelã, tempere a sua mistura com um pouquinho de pimenta do reino.

A explicação europeia para o experimento reside no fato de que a pimenta ajuda a realçar os sabores do morango. E, para confirmar isso, só existe uma e suculenta maneira…

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O queijo como sobremesa

Categoria(s): Blog

queijosQue a França inspira muito mais do que romantismo, em seu território, ninguém duvida. O elegante país ostenta, também, uma gastronomia refinada, capaz de servir como modelo para receitas internacionais, bem como um apadrinhamento em restaurantes especializados que estão espalhados no mundo inteiro – o Brasil, inclusive, soma dezenas e mais dezenas de estabelecimentos cujo mote é a inventiva culinária francesa.

Além disso, o queijo é um patrimônio francês, praticamente, com centenas de variações do laticínio para serem servidas com vinho, no almoço, no jantar, em lanches e, claro, nas sobremesas. Afinal de contas, com mais de 300 queijos no repertório, um ou outro deve cair muito bem para ser sorvido após uma refeição.

Algumas regrinhas de ouro devem ser seguidas, no entanto, caso você esteja para preparar uma suculenta refeição e o queijo soa como uma boa opção para finalizar o cardápio. Confira-as, logo a seguir:

  • O paladar é tudo, mas a apresentação não fica muito atrás. Ao servir queijos, arranje-os sobre tábuas ou pratos largos;

  • Não sirva os queijos frios. Deixe-os fora da geladeira por uma hora, aproximadamente, antes de servir;

  • Não misture os sabores. Cada queijo com os seus respectivos;

  • A tendência é que se experimente, primeiro, queijos com sabores suaves e, por fim, os mais fortes, para não ofuscar os sabores de outros;

  • Ao fatiar, um pouquinho da casca é recomendável que venha junto, para dar o sabor completo dele;

  • A mistura de queijos deve ter, segundo etiquetas sociais francesas, um tipo mais macio, como brie ou camembert, outros mais firmes, como cantal, comte e parmesão, um tipo de blue cheese (roquefort ou gorgonzola, por exemplo) e um fresco, por fim, como queijo de cabra, de ovelha ou de vaca;

  • Para acompanhar, geléias que não sejam doces em demasia podem ser uma boa pedida.
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Crêpes Suzette

Categoria(s): Blog, Dicas

Crepe Suzette

A gastronomia francesa, secular e envolta em histórias que enriquecem não apenas o paladar, mas a própria essência do país europeu, vive cercada de receitas, salgadas e doces, que encantam pessoas de todo o mundo.

E é natural que parte desse sucesso se traduza em lendas que a própria história não sabe precisar a sua veracidade. No caso dos crêpes Suzette, um clássico entre as sobremesas francesas de maior notoriedade, existe uma interessante história que muitos juram, de pés juntos, ser fiel aos acontecimentos, enquanto outros saboreiam os afrescos escolhidos na composição dessa suculenta lenda.

A origem do crêpes Suzette

No distante ano de 1895, dizem que o garçom francês Henri Carpentier, que trabalhava no restaurante Maître, de Monte Carlo, resolveu errar a mão justamente ao preparar as panquecas do Príncipe de Gales, o homem que ainda não era conhecido como o rei Eduardo VII.

Acontece que, ao exagerar na dose de licor, um restaurante inteiro pasmou com as panquecas em chamas que Carpentier protagonizava com o seu réchaud. Mas um jogo de cintura invejável o fez bradar: “voilà”. O príncipe, encantado com o sabor da inusitada sobremesa, perguntou o nome do doce, que contou mais uma vez com o talento em improvisar do garçom. Crepe princesse, respondeu, ao que o príncipe pediu que o homenageasse à companhia que ele vinha por toda a noite.

Crêpe Suzette foi como ficou conhecida a popular sobremesa, enquanto ao atrapalhado garçom, além das honrarias, um anel de brilhantes, um chapéu panamá e uma bengala foram enviados a ele, como recompensa.

Se é verdade ou não, a origem dessa panqueca flambada, acompanhada de um licores e sabores únicos, pouca gente parece dar razão à verdade. Se veio da Idade Média ou dos tropeços da adolescência, isso pouco se sabe. O que é mais que válido é saber que as variações da receita do tradicional Crêpe Suzette perdurarão, ainda, por muitos e muitos anos.

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Tarte Tatin

Categoria(s): Blog, Doces

tartetatinTarte Tatin, é uma das sobremesas mais conhecidas da França. É uma receita simples, rápida, porém deliciosa que aparece com frequência nas refeições familiares. É um  símbolo cultural francês, uma sobremesa cheia de história, texturas e sabores.

Esta receita teria nascido de um erro culinário, ocasionado por um momento de falta de atenção da cozinheira. Quando Jean Tatin faleceu no final do século XIX, suas filhas Stéphanie e Caroline herdaram o hotel e restaurante Tatin, situado na pacata cidade de Lamotte-Beuvron, no Loir-et-Cher (centro da França). Cidade essa, que desde o século XIX era considerada como a capital da caça. Caroline era conhecida por ser uma excelente administradora. Já Stéphanie, era uma cozinheira muito talentosa. As duas formavam uma ótima equipe e, mesmo após o falecimento do pai, elas continuaram gerindo com brio o estabelecimento familiar, que acolhia com frequência todos os caçadores da região.

Uma das especialidades de Stéphanie era a torta de maçãs, que ela servia morna, caramelizada e bem macia. Os clientes vinham de longe para apreciar a famosa iguaria. No entanto, Stéphanie também era conhecida pelo seu jeito meio distraído e tagarela. Assim, num dia de muito movimento, ela ficou conversando demais com os clientes até que se deu conta de que a sobremesa não estava pronta. Então, ela correu para preparar a famosa torta, pôs ela no forno e só depois é que reparou que tinha esquecido de colocar a massa no fundo da forma. Vendo que as maçãs estavam caramelizadas, ela teve a ideia de colocar a massa por cima e de virar a torta quando ela saísse do forno. Quanto aos clientes, eles simplesmente adoraram a nova receita !

A receita tradicional da Tarte Tatin é realizada com maçãs, manteiga e açúcar. A massa utilizada originalmente é uma “pâte brisée” (massa de torta doce).

A tarte tatin costuma ser servida morna, com uma bola de sorvete de baunilha ou com um pouco de creme chantilly.

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