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Blog » março 2015

Riz au lait

Categoria(s): Blog, Doces

rizaulaitDa França para o mundo. Taí uma expressão que faz muito sentido quando nos referimos à riqueza da culinária do país europeu, que exporta sabores para países de todos os continentes – da própria Europa, inclusive – desde tempos memoriais.

Mas, especialmente, a notoriedade da culinária francesa, em outras fronteiras, é mais precisa e afamada quando as sobremesas são postas à mesa, seja em uma discussão informal ou em restaurantes especializados nas delícias francesas.

E a lista de doces que desembarcaram no Brasil não é pequena. Ora modificada gentilmente à cultura e paladar brasileiros, ora seguida à risca aos moldes franceses, das medidas à pronúncia, existe uma variedade rica de sabores que já fazem parte do nosso cotidiano e trazem mais variedade ao repertório nacional de sobremesas – bem como mais fama à capital mundial da moda, gastronomia e do amor, até.

Entre os seus notórios doces – os de pronúncia europeia, inclusive –, podemos destacar o Riz au lait, que, aqui no Brasil, atende melhor à mesa quando chamado de arroz doce. A diferença, na versão francesa, está em concepções mínimas que não foram imitadas na versão tupiniquim. Mas as distinções vão além da simples pronúncia, afinal de contas.

Vamos conhecer um pouco mais sobre o Riz au lait?

O seu preparo é muitíssimo similar ao do arroz doce, levando o próprio arroz, claro, açúcar, leite em pó e creme de leite, além de canela, cravo e baunilha.

A diferença é que o Riz au lait vem acrescido de uma calda de caramelo que o deixa com um sabor inconfundível – e igualmente irresistível. Ela é colocada em cima da parte similar ao arroz doce, e se mistura, a cada colherada, criando um repertório divino para servir aos convidados,em almoços e jantares, ou mesmo para ser o complemento de uma refeição do dia a dia.

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Sobremesas tradicionais de Páscoa e Novidades!

Categoria(s): Blog, Doces, Ocasiões Especiais

pascoaA Páscoa está aí, e quem já garantiu os seus ovos achocolatados, a pressa de última hora pode ser evitada, e os esforços concentrados na cozinha para garantir os sabores indescritíveis coma família reunida à mesa. Quem ainda não cumpriu nem a primeira etapa, é hora de ser criativo, e não perder o foco no tradicional almoço do domingo de Páscoa.

Para facilitar o repertório do cardápio, separamos algumas receitas tradicionais e, também, as tendências que trouxeram mais sabor para o ano de 2015.

Folar doce: o tradicional pão garante que a criatividade não falte à mesa e possibilite misturas de sabores quando todos já estão deliciosamente satisfeitos com a refeição principal.

Pão-de-ló úmido de chocolate: trata-se de um clássico, com certeza, mas com uma versão achocolatada. Esse pão substitui o tradicional bolo de chocolate da vovó com muita criatividade – e suculência.

Tarte de amêndoa: recheado e doce como pedem os bons momentos da vida, o tarte de amêndoa mistura essências com notas de limão e o contraste da perdição do açúcar.

Ovo de Páscoa caseiro: para quem deixou para os últimos minutos os presentes de Páscoa para amigos e familiares, a solução pode estar na própria cozinha. Encontre a receita ideal e produza em massa sabores únicos para todos.

Ovos de páscoa de colher: meia casca de ovo de chocolate com o recheio de sua preferência. Resistir à tentação tem ficado mais difícil, ao longo dos anos.

Ovos com recheios variados: outra surpresa que demanda tempo, mas recompensa em sabor, é apostar nos recheios variados para oferecer, à mesa, toda a inventividade que você puder criar na cozinha para oferecer uma variação do ovo de páscoa de colher para cada convidado.

Paloma de brigadeiro: mais uma receita que mistura tradicionalismo com as tendências atuais. Busque reinventar a partir da sua receita favorita.

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A gourmetização das sobremesas

Categoria(s): Blog, Dicas

gourmetizacaoComeçou com os docinhos deleitosos, como o brigadeiro, e se espalhou como uma deliciosa febre que, para muita gente, é um tanto quanto indigesta.

É o caso da gourmetização da gastronomia. Um furor que tem dado a chefs – amadores ou profissionais – a oportunidade de inventar e reinventar receitas novas, ou até então intocáveis pela milenar gastronomia tradicional, e proporcionar uma lufada de novidade à arte que se faz na cozinha.

Gourmet para poucos

O problema com relação à gourmetização tem sido apontado pela necessidade de tal façanha. Afinal de contas, muitos acreditam que “em time que está vencendo, não se mexe”, por isso, acham absurdo um brigadeiro comum receber granulados ou chocolates importados e, a partir daí, receber a alcunha de “gourmet” – com um salgado reajuste no valor final do docinho.

Nesse quadro, saíram boas ideias gastronômicas e, também, absurdos que já caíram, inclusive, na acidez humorística de usuários da internet que usaram desta ferramenta sem fronteiras para expor sua insatisfação. Trata-se do Gourmetização da Vida, que fez um divertido Tumblr para expor as novidades gourmet.

A gourmetização das sobremesas

Nesse mar que não se divide na opinião pública por nada, mantendo insatisfeitos de um lado e os amantes da gourmetização, de outro, fica a dúvida se todo o furor é, de fato, necessário, ou se tudo não passa de uma rotulação que poderia ser melhor recebida sem os afrescos da palavra, oriunda de “gourmet”, cujo significado nada tem a ver com ouso de ingredientes caros para recriar sabores já conhecidos do público.

Para ambos, a resposta é a mesma. Há quem ganhe com as invenções, sejam elas doces, salgadas ou agridoces. E há quem vá entortar o nariz até o fim dos dias, como se fosse jiló oferecido às crianças, em nome de uma desgourmetização da boa culinária.

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Conheça os doces franceses que foram bem recebidos e abrasileirados

Categoria(s): Blog, Bolos, Curiosidades

A arte é universal. E isso vai desde o refrão famoso ao filme inesquecível e às hipnotizantes páginas de livros que parecem fazer as horas do dia passar mais rápidas. Na cozinha, da mesma forma, a arte é de todos e, também, para todos.

Assim, dizer que as nossas sobremesas mais queridas e deliciosas vieram da França não passa de mera formalidade pelo crédito da invenção. De resto, a doçura de suas receitas passa a pertencer, aqui e ali, e de todos os lugares um pouquinho.

Os doces franceses mais abrasileirados

torta-de-limao

Mil folhas: abrasileirado, o doce não perdeu muito da sua identidade saborosa, ao vir para a nossa terrinha, mas já se encontra em tantas confeitarias que a sua origem pode vir a confundir uns e outros.

Éclair: para nós, atende por bomba, mesmo. De chocolate ou de creme, ao gosto do freguês. A criatividade, inclusive, tem imperado, e a éclair (bomba) aceita mais recheios e coberturas do que as tradicionais, muito presentes em padarias e docerias.

Profiteroles: um dos doces mais descaracterizados de sua origem francesa, o profiteroles ficou conhecido, por aqui, como Carolina. Com a mesma massa, mas mais seca, e a cobertura mais rígida e menos cremosa. Ainda assim, indiscutivelmente deliciosa.

Tarte citron: a nossa inconfundível torta de limão. Azedinha e docinha na medida certa, em um equilíbrio pouco comum na nossa rotina. O merengue é opcional, mas devem ser pouquíssimo os que não arriscam complementar a sua tarte citron com o merengue.

Macaron: cada vez mais difundido no país, e cada vez mais variado para se adaptar aos costumes de cada região do nosso imenso país, o macaron pediu emprestado alguns dos sabores nacionais e, hoje, oferece variações exclusivas, como nos sabores de paçoca, milho, maracujá e cupuaçu.

macaron

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História da culinária francesa

Categoria(s): Blog, Curiosidades

francaEntortando biquinhos com o seu idioma, a França também é famosa por formar beicinho apaixonado pelo paladar. Em parte, isso se deve à elegância natural da cidade, mas que é complementada geograficamente pela região, que permite o florescimento de uvas para os mais distintos vinhos, clima para temperos peculiares, e conhecimento adquirido na arte de fazer os melhores queijos.

A sua culinária é variada, histórica e igualmente rica. Já fisgou pelo estômago líderes globais – contemporâneos e da antiguidade – e deu mais arte à gastronomia, fazendo-a vistosa no sabor e no visual.

A começar pelos queijos, leite e manteiga, que dão em abundância nos seus verdejantes prados. Em sequência, a carne fornecida por uma variedade de espécies e que recebem alcunhas suculentas, à mesa. Tradicionalmente servidas com molho ou especiarias que levam propriedades exóticas no imaginário popular.

Isso se complementa com os vinhos. Arte local, e de fama internacional em bodegas, adegas e fornecedoras de todo o mundo desse milenar néctar fermentado.

E se o vinho francês foi aperfeiçoado nos últimos séculos, o mesmo se diz das receitas típicas da região. Seus primórdios datam de monges, ainda na Idade Média, que decifraram alguns segredos da culinária europeia e trouxeram para os costumes culturais de onde viviam.

Os séculos seguintes marcaram particularidades únicas, como o homem que impôs a batata à culinária, quando antes só se davam aos porcos, e os chefs que deram mais luz à gastronomia francesa com ousadia e muito tempero.

Entre outras contribuições globais da França, estão a instauração do primeiro restaurante, que servia aos viajantes apressados. É deles, também, o costume de dividir as principais refeições do dia em três etapas, com as entradas e sobremesa.

Entende-se, agora, os motivos de darem a responsabilidade à França de ser o berço da Alta Gastronomia.

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