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Blog » fevereiro 2015

Profiteroles

Categoria(s): Blog, Doces

profiterolesComo os mais ilustres momentos da história são passíveis de versões mais extravagantes e açucaradas do acontecido, de fato, dando proporções de lendas a eles, o profiteroles, uma das sobremesas mais queridas da França, não poderia ficar de fora das suposições místicas sobre o seu berço e história.

A que mais se conta, mundo afora, remonta ao século 16, produzida em solo francês, mas com competências e mãos italianas, uma vez que o chef encarregado da cozinha da então rainha da França, Catarina de Médici, não possuía o mesmo sotaque do que a da vossa majestade.

Desde então, o profiteroles tem sido grande sensação após as refeições, e para as gulosas petiscadas vespertinas, tendo, hoje em dia, uma série de aperfeiçoamentos e versões para o doce europeu.

A popularização do doce, no entanto, não tirou a majestade de sua doçura. As variações são muito bem-vindas e se adaptam aos costumes sociais e culturais de quem está com a mão na massa. Isso torna a sobremesa ainda mais irresistível.

Mais conhecida no Brasil como…

Carolina. O nosso famoso doce é a versão brasileira do profiteroles francês, embora uma coisa ou outra da versão original tenha ficado no caminho para apetecer mais ao paladar sul-americano. A nossa tem a massa mais seca e a cobertura endurecida, e o recheio, também, assume uma simplicidade diferente da produção francesa, entre outros detalhes.

A massa utilizada para a Carolina, para o profiteroles e para a nossa bomba (a éclair francesa) é a mesma: o pat à choux. Simples de fazer, sendo possível treinar os dotes culinários na própria cozinha, o profiteroles conta com uma serie de modificações que podem torná-la a sua sobremesa favorita na mesa de casa – com inspirações majestosas que atravessaram os séculos e chegaram ao seu conhecimento, para impressionar os convidados docilmente.

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Curiosidades sobre o creme francês

Categoria(s): Blog, Dicas, Doces

Dos contornos geográficos franceses se extrai muito mais que a elegância da sua capital, Paris – da qual se diz que tudo que reluz por lá é ouro –, e os biquinhos afinados para pronunciar as minúcias do seu peculiar idioma.

Tida como a capital do amor, da moda, da luz e da cultura, a França ampliou o seu repertório e se tornou notória, também, na cozinha. Morada de aromas e sabores exclusivos, como o creme francês, que já desembarcou mundo afora em outras terras, com outros sotaques, mas com a mesma essência em todas elas.

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O creme francês e suas aplicações

Uma das preciosidades mais suculentas do país europeu, o creme francês é uma versátil criação que adocica, com sutileza inconfundível, uma série de sobremesas. Ele pode ser utilizado no recheio das suas receitas ou, também, como cobertura da sua massa.

Dessa forma, tortas e bolos ganham sabores únicos, quando feitos na companhia do creme francês. Ainda mais podendo aromatizá-lo com diversos sabores, como chocolate, caramelo, licor, café ou baunilha, entre outros.

De textura muito cremosa, pode se desmanchar na base de massas assadas, ou naquelas moldadas a partir de biscoitos ralados com manteiga, bem como na composição de tortas e outras delícias que alternam os seus sabores e não dispensam a doçura do creme.

Seu preparo é fácil, não demandando nem muito tempo, tampouco conhecimento aprofundado na arte culinária para fazê-lo. E o melhor disso tudo é que, assim que estiver pronto, seu cheiro costuma inebriar o ambiente, dando um mérito gigante ao cozinheiro, que pode desfrutar de receitas simples e práticas para oferecer uma sobremesa diferenciada e de requinte exclusivo.

Abuse da criatividade em bolos, tortas e outras receitas que adornem com muito sabor recheios ou coberturas. O creme francês é, sem dúvida alguma, uma aposta certeira para encher de sabor o complemento da sua refeição.

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As particularidades das queridas e doces madeleines

Categoria(s): Curiosidades, Doces

MadeleineFrancesa do berço, mas adotadas pelo resto do mundo como uma das delícias mais suculentas dos petiscos adocicados, as madeleines – ou madalenas, como se popularizou em algumas regiões – são biscoitos cujo formato lembra uma concha.

A receita básica não se altera, esteja o degustador onde estiver. Para todos os lados se faz a sua à base de uma mistura de ovos, açúcar, farinha, fermento, manteiga derretida e raspa de limão – assados, posteriormente, no forno, nas tradicionais formas que as deixam com o característico formato.

As suas variações de preparo implicam, no entanto, para que lado pesa o sabor. Há quem coloque mais ou menos condimentos e nozes. Fica a critério do chef.

A história das madeleines

O resgate de sua história já se amontoa em séculos, tendo um início aproximado na metade do século 18, por volta de 1750, nas cozinhas majestosas do então rei polonês Estanislau I.

Com o casamento arranjado de sua filha Maria com o duque de Bourbon, que viria a se tornar o rei Luís XV de França, o doce que se preparava nos cômodos poloneses migraram para a requintada culinária francesa.

Hoje em dia, já não se tem a certeza se existe mais responsabilidade polonesa ou francesa para o resultado final, que se perdeu nas páginas da história. O sabor das madeleines, contudo, permaneceu adicionando capítulos à história da gastronomia francesa.

No século seguinte, Marcel Proust, durante o processo de criação do seu épico “Em busca do Tempo Perdido”, deu mais notoriedade ao doce francês, citando-as como fonte inspiradora da experiência psicológica que gerou todo o desenrolar da sua obra – considerada uma das mais significativas de toda a literatura, por muitos.

Na sequência, personalidades históricas se encarregaram de dar mais fama à Madeleine, como o príncipe Talleyrand, ministro de Napoleão Bonaparte, e Antonin Carême, que foi considerado um mago da gastronomia francesa.

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Sobremesas francesas tradicionais

Categoria(s): Blog, Curiosidades, Doces

É só um doce fazer beicinho insinuante em sua pronúncia que já creditam à França a autoria da doce travessura na cozinha. Por outro lado, existem muitos doces que exigem menos esforço em suas sílabas e que, com certeza, vieram com toda a pompa do país europeu.

Com uma gastronomia rica e internacionalmente conhecida, a França não se cansa de produzir protagonistas suculentos para o delicioso momento que precede a refeição: a sobremesa. E, abaixo, listamos algumas das sobremesas mais tradicionais dos nossos amigos europeus.

Algumas das sobremesas mais tradicionais da França

baba-au-rhumBaba au rhum: trata-se de um bolo que se encontra com facilidade nas padarias francesas. Seu sabor é composto por uma suave mistura de xarope de rum à massa do bolo, podendo vir acompanhado de frutas e creme chantilly.

Creme brulée: popular como a notória torre que enfeita cartões-postais na capital francesa, o crème brulée é uma das sobremesas mais conhecidas internacionalmente, composto por um creme de baunilha e coberto por uma camada endurecida com açúcar levemente queimado.

Crepe Suzette:açúcar flambado e manteiga emprestam ao tradicional crepe francês um pouco do que há de mais suculento na culinária francesa.

Éclair: caso o nome soe estranho, pode chamá-lo de bomba, mesmo. Essa suculência que seduz docemente de sua vitrine é uma criação inteiramente francesa.

macarronsMacaron: conquistando cada vez mais espaço no Brasil, o macaron cativa pela versatilidade, podendo diferir em cores e sabores.

Madeleines:esse tradicional bolinho da região de Lorraine trouxe todo o seu sabor para o mundo com uma receita à base de ovos e um agradável formato de concha. Na França, é um dos docinhos prediletos para compor o lanche da criançada.

Profiteroles:já conhecida aqui no país, e sempre em evidência, as profiteroles levam a mesma base da massa que a bomba (o ecláir) e tendem a vir acompanhadas de uma bola de sorvete.

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